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27.9.11

Portugal - um país de difícil industrialização

Fontes Pereira de Melo - responsável pela política de obras públicas da Regeneração

Portugal viveu um início do século XIX bastante conturbado, marcado pelas invasões francesas, a Revolução Liberal de 1820 e uma guerra civil (1832-1834), que não permitiram aos governos a adoção uma verdadeira política de desenvolvimento económico, à semelhança do que acontecia em muitos outros países da Europa, envolvidos num processo de revolução agrícola e industrial.
Para melhor conhecer a realidade económica portuguesa consulta e estuda o documento que te apresento na seguinte ligação: Portugal - um país de difícil industrialização

25.9.11

Correção do teste de diagnóstico

Consulta a ligação com a correção do teu teste diagóstico.
Compara atentamente as tuas respostas com aquelas que o professor te apresenta.

16.9.11

Um novo ano lectivo: novas responsabilidades

Caros alunos, neste início de ano letivo que constitui mais uma etapa da vossa caminhada enquanto estudantes, gostaria de partilhar convosco as palavras de um conceituado jornalista português que reflete sobre a importância da educação na construção do futuro dos jovens e de Portugal. Espero que a mensagem seja, por vós, compreendida:

" ESTUDAR É FUNDAMENTAL

 Há 56.400 licenciados em Portugal que se encontram desempregados. Isto justifica que haja quem diga que tirar um curso superior não serve para nada(…) na verdade, quem tira um curso universitário tem muito maior probabilidade de escapar à onda de desemprego que tem varrido o país. Além disso, uma pessoa que tem um curso superior ganha no mínimo o dobro de quem tem a formação básica.

O verdadeiro problema de Portugal é precisamente este: é que menos de um quinto da sua população ativa dispõe de formação superior. E isto reflete-se negativamente a todos  os níveis: somos menos empreendedores, sabemos fazer menos e o que fazemos não sabemos fazer tão bem como os outros. E apesar dos críticos da aposta na educação, não se conhece nenhuma outra maneira de quebrar o ciclo de miséria em que muitas famílias estão mergulhadas sem aumentar a formação escolar e profissional das jovens gerações. Estudar é a aposta certa num futuro melhor.
Nicolau Santos, jornal Expresso