SEGUE AS ORIENTAÇÕES E PREPARA A TUA FICHA DE AVALIAÇÃO
Explicar as razões do atraso económico de Portugal, especialmente agrícola, no século XIX
… Instabilidade política / Atraso da agricultura
Identificar as principais tentativas de modernização da economia portuguesa:
Modernização agrícola e incremento dos transportes.
Relacionar estas medidas modernizadoras com a acção de Fontes Pereira de Melo
Avaliar os aspectos positivos e negativos destas medidas modernizadoras.
Modernização do país / Endividamento externo
Compreender as consequências sociais resultantes da situação económica portuguesa.
Ruina dos pequenos produtores / forte emigração / crescimento da burguesia e do operariado
Explicar os motivos da supremacia económica da Europa no início do séc XX:
Domínio industrial, comercial, financeiro e cultural
Identificar os países europeus mais industrializados.
Grã-Bretanha (…)
Compreender o crescimento do imperialismo e conhecer as suas motivações,
Domínio económico, militar, rácico, resolução de problemas sociais
Explicar o interesse da Europa pelo continente africano na 2ª metade do século XIX.
Tomar posse das riquezas existentes
Relacionar a questão do mapa cor-de-rosa, com a Conferência de Berlim e a corrida ao domínio do continente africano
17.10.10
11.10.10
Imperialismo e colonialismo europeu, nos finais do século XIX
Consulta a apresentação disponível neste link e revê os conteúdos leccionados na aula.
19.9.10
Portugal, um país de difícil industrialização
No início do ano lectivo de 2010-2011 vamos começar o nosso trabalho com a revisão de alguns conteúdos abordados no final do ano lectivo anterior. Para isso poderás consultar a informação disponível no link Portugal, país de difícil industrialização.
Correcção do teste diagnóstico
Consulta a correcção do teste de avaliação e faz uma reflexão crítica do trabalho por ti realizado, revendo os conteúdos onde o teu desempenho foi menos positivo.
24.6.10
A República e a Imprensa III

Cidadãos irmanados no espírito da República,
Os nossos detractores, desejosos do regresso ao tempo de vergonha em que a monarquia afundou a Pátria, fazem uma campanha vil para denegrir o nosso jovem regime.
Temos que estar atentos a estas campanhas infames que afrontam os nossos ilustres dirigentes e querem confundir o povo, apelando ao levantamento contra o justo regime que acabámos de implantar, com sofrimento e derrame de sangue, no dia 5 de Outubro.
Porque defendemos uma imprensa livre e a liberdade de expressão não queremos encerrar jornais mesmo quando estes têm um comportamento indigno para o país de liberdade que queremos, mas exorto-vos a que desprezeis a sua leitura e, desta forma, os condenemos a definhar, tal como irão desaparecer deste nosso território pátrio, os adeptos do regime opressor que derrubámos.
Viva a Liberdade, Viva a República!
Os nossos detractores, desejosos do regresso ao tempo de vergonha em que a monarquia afundou a Pátria, fazem uma campanha vil para denegrir o nosso jovem regime.
Temos que estar atentos a estas campanhas infames que afrontam os nossos ilustres dirigentes e querem confundir o povo, apelando ao levantamento contra o justo regime que acabámos de implantar, com sofrimento e derrame de sangue, no dia 5 de Outubro.
Porque defendemos uma imprensa livre e a liberdade de expressão não queremos encerrar jornais mesmo quando estes têm um comportamento indigno para o país de liberdade que queremos, mas exorto-vos a que desprezeis a sua leitura e, desta forma, os condenemos a definhar, tal como irão desaparecer deste nosso território pátrio, os adeptos do regime opressor que derrubámos.
Viva a Liberdade, Viva a República!
Texto colectivo criado pela turma do 9º A do Agrupamento de Escolas de Vila Velha de Ródão, recriando um possivel comunicado publicado num jornal republicano.
A imagem da época e o comunicado mostram a atitude republicana face à Imprensa. Comenta estes documentos.
A República e a Imprensa II
“(…) vamos apenas, neste, hoje, espinhosíssimo dever de chronistas imparciaes, reunir todas as indicações que a esta redacção chegam dos sanguinolentos acontecimentos.
Não podem elles ter uma coordenação perfeita, já pela incerteza da sua confirmação, já pelo desordenado momento em que tantas e diferentes versões circulam.”
Diário de Notícias, quarta-feira 5 de Outubro de 1910 (4ª edição)
Avalia as preocupações dos jornalistas envolvidos na cobertura do movimento revolucionário que levou ao derrube da monarquia.
Não podem elles ter uma coordenação perfeita, já pela incerteza da sua confirmação, já pelo desordenado momento em que tantas e diferentes versões circulam.”
Diário de Notícias, quarta-feira 5 de Outubro de 1910 (4ª edição)
Avalia as preocupações dos jornalistas envolvidos na cobertura do movimento revolucionário que levou ao derrube da monarquia.
16.5.10
A República e a Imprensa I
A Imprensa Republicana nos finais da Monarquia
Para que se forme uma ideia do temor então manifestado pelos poderes constituídos em relação aos jornais republicanos, o autor explica que, a 11 de Abril de 1910, o Juiz de Instrução Criminal Almeida Azevedo, em carta a D. Manuel II, recomendava ao rei “lembrar aos ministros da guerra e da justiça a conveniência de não permitir a leitura de jornais republicanos nos estabelecimentos do Estado». E acrescentava: «Menciono dois ministérios. Podia referir-me a todos»”.
O Mundo, o jornal “sem medos”, por noticiar muito do que se passava nessa época, inclusive as notícias republicanas, foi várias vezes perseguido e suspenso pela polícia: “O Mundo era pela coragem, vigor, desassombro e admitamos que até despejo das opiniões expressas, o campeão das suspensões; reconhece-o, por exemplo, o Diário de Notícias (…) quando escreve «Ontem foi apreendido novamente o nosso colega O Mundo, a vítima predilecta das perseguições policiais». (…)
A situação de desfavor de O Mundo chegava, mesmo, a extremos que lhe conferiam lugar à parte no panorama da imprensa portuguesa coeva, porquanto este jornal era atingido não só por sucessivas apreensões e censuras, como, até, por «leituras prévias (censura) – estas últimas jamais realizadas contra outro qualquer jornal".
BAPTISTA, Jacinto, Um Jornal na Revolução: “O Mundo” de 5 de Outubro de 1910, Seara Nova, Lisboa, 1996
Para que se forme uma ideia do temor então manifestado pelos poderes constituídos em relação aos jornais republicanos, o autor explica que, a 11 de Abril de 1910, o Juiz de Instrução Criminal Almeida Azevedo, em carta a D. Manuel II, recomendava ao rei “lembrar aos ministros da guerra e da justiça a conveniência de não permitir a leitura de jornais republicanos nos estabelecimentos do Estado». E acrescentava: «Menciono dois ministérios. Podia referir-me a todos»”.
O Mundo, o jornal “sem medos”, por noticiar muito do que se passava nessa época, inclusive as notícias republicanas, foi várias vezes perseguido e suspenso pela polícia: “O Mundo era pela coragem, vigor, desassombro e admitamos que até despejo das opiniões expressas, o campeão das suspensões; reconhece-o, por exemplo, o Diário de Notícias (…) quando escreve «Ontem foi apreendido novamente o nosso colega O Mundo, a vítima predilecta das perseguições policiais». (…)
A situação de desfavor de O Mundo chegava, mesmo, a extremos que lhe conferiam lugar à parte no panorama da imprensa portuguesa coeva, porquanto este jornal era atingido não só por sucessivas apreensões e censuras, como, até, por «leituras prévias (censura) – estas últimas jamais realizadas contra outro qualquer jornal".
BAPTISTA, Jacinto, Um Jornal na Revolução: “O Mundo” de 5 de Outubro de 1910, Seara Nova, Lisboa, 1996
1 - Mostra a importância da Imprensa portuguesa no processo que desencadeou o fim da Monarquia.
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